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Vespasiano

Polícia Civil prende em Vespasiano o último foragido da Operação Gargântua, que apura agiotagem

Homem de 35 anos foi preso na quinta-feira (29); grupo é investigado por agiotagem, extorsão, sequestro e lavagem de dinheiro.

Por Redação Portal ONE NewsOntem, 06:16Fonte: RCWTV, com informações da Polícia Civil de Minas Gerais
Foto: Polícia Civil/Imagens cedidas à Rádio Itatiaia

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu, na última quinta-feira (29), o último investigado que continuava foragido da Operação Gargântua. O homem, de 35 anos, foi localizado em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Segundo a polícia, ele é suspeito de integrar um grupo que praticava agiotagem, extorsão, sequestro e lavagem de dinheiro. As buscas pelo investigado vinham sendo feitas desde 20 de agosto, quando a fase principal da operação foi deflagrada pelo Departamento Estadual de Operações Especiais (Deoesp), por meio da 2ª Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco).

O inquérito terminou com o indiciamento de 15 pessoas. De acordo com a PCMG, sete investigados estão presos, contando com a prisão feita em Vespasiano, e outros quatro respondem ao processo em liberdade provisória.

Na ação de agosto, os policiais apreenderam cerca de R$ 170 mil em dinheiro, três armas de fogo, munições, soco-inglês, faca, taco de beisebol, máscaras, uniformes camuflados, relógios de luxo, joias e uma máquina de contar cédulas. Um bloqueador de sinal eletrônico chamou a atenção dos investigadores: a suspeita é de que o aparelho impedia que as vítimas pedissem socorro.

A Justiça também atendeu a pedidos de bloqueio de bens. Três imóveis em Capitólio, Vespasiano e São José da Lapa, avaliados em cerca de R$ 3 milhões, foram bloqueados, além de aproximadamente R$ 200 mil em contas de uma empresa que, segundo a polícia, seria de fachada. Onze veículos, avaliados em R$ 1 milhão, e uma lancha de R$ 400 mil também foram alvo das medidas.

Com a prisão, a Polícia Civil informou que passa a concentrar esforços no cumprimento das decisões judiciais. Os investigados respondem ao processo e têm direito à defesa.

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